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Vinte e cinco anos, honestamente sem saber o que fazer

Tenho pensado (muito) sobre o que fazer em relação a este blog.
Honestamente e sem muitas palavras caras ou jeitos esquisitos, daqui a dois dias tenho vinte e cinco anos e ainda não sei o que fazer à minha vida.
Às vezes parece que a inspiração secou, outras vezes entendo que a tristeza que em tempos comeu o que sobrava de mim, se vai apagando aos poucos, e a necessidade de tanto escrever começa-se a secar.
Eu escrevia da maneira que escrevia, porque queria muito (muito) que as minhas palavras chegassem onde não consegui chegar.
E consegui, de certa forma, mas nunca como quis.
Irei sempre escrever, mas dependendo de mim, gostava que o que passasse para os outros, não fosse apenas esta imagem de rapariga mal com o mundo e de coração partido.
Sim já me partiram o coração, mas eu também já o fiz, e não sei o que é melhor, se permitir alguém me o fazer, ou fazer a outros.
Não sei o que dizer quando estou feliz, nunca soube.
O que sei é isto.
Nunca mais quero voltar ao sítio em que esti…

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